Tinha um jeito singular de fechar os olhos quando experimentava emoção bonita, coisa de segundos e coisa imensa. E quando fechava os olhos, dava um sorriso que derretia qualquer preocupação que eu poderia ter. E respirava, enquanto deslizava os dedos sobre o meu rosto, na intenção, talvez, de eternizar o momento, ou apenas entender o que acontece entre nós, entender a imensidão dos nossos sentimentos.
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